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quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Teoria do Equilibrium e política brasileira

A pior raça de políticos é a que se diz lutar pelos interesses do povo. Esses são os que devem ser temidos, pois sabemos que em discurso só tem o melhor interesse do "seu povo" em mente, mas na prática legislam em causa própria.

Essa estirpe de políticos é o elemento causador do caos na realidade brasileira, pois suas ações são imprevisíveis.
É pura matemática.

Segundo a teoria do Equilibrium do matemático americano John Nash, num sistema onde as partes atuam conforme os seus interesses, e onde não exista a intereferência do altruísmo, o resultado, pasmem, é o equilíbrio.

Por exemplo: No período da Guerra Fria, os EUA viam a URSS com suspeição e vice-versa. O resultado eram duas superpotências armadas até os dentes, mas onde imperava a estabilidade, o equilíbrio. Num cenário onde, por exemplo, os EUA entregassem as armas, num gesto de confiança direcionado aos russos, haveria a possibilidade de traição por parte da URSS, culminando em catástrofe nuclear, ou seja, desequilíbrio.

Agora, o que isso tem a ver com o cenário político brasileiro?

Tudo.

Segundo o raciocínio seguido da teoria do Equilibrium de Nash, aplicado às ciências sociais, o equilíbrio entre as relações humanas é maior quanto maior for o nível de ação individual segundo os interesses mais individuais. Trocando em miúdos, uma sociedade é mais estável quando os indivíduos pertencentes a ela agem na direção da realização de seus estratagemas pessoais, visando a otimização no cumprimento dos seus objetivos mais egotísticos.

Numa dada sociedade, quanto mais indivíduos agem assim, mais previsíveis são os resultados de suas ações, e portanto, mais estável torna-se o sistema social. O elemento de distúrbio nesse paradigma é justamente o indivíduo que não age conforme os seus melhores interesses, colocando em risco a estabilidade do sistema.

No caso do nosso ilustre presidente Lula, e de diversos outros políticos sulamericanos, o elemento gerador de caos reside no fato de, no discurso pregarem uma coisa - a defesa dos interesses dos pobres e etc, e na prática agirem em prol dos seus interesses, os quais permanecem em grande parte velados. É uma espécie de trapaça.

O cenário político brasileiro não seria muito mais estável se o Lula deixasse claro os seus interesses, por mais sórdidos que a princípio pudesse nos transparecer, ao invés de se colocar como defensor dos pobres de um lado e líder de uma elite econômica que dentre outras coisas visa a sua própria perpetuação no poder? Não seria aí a morte da inocência e o início de uma relação mais sincera, onde as partes envolvidas não temessem em expressar a que realmente vieram? Não seria mais justo o jogo político?

Aparentemente, a trapaça anda se provando mais lucrativa para o poder vigente no Brasil.

Resta a pergunta: Até quando?

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domingo, 11 de novembro de 2007

Até que enfim!

sábado, 10 de novembro de 2007

whattafuck?

Chávez sugeriu a Lula que, agora que se tornou um "magnata do petróleo", vendesse petróleo mais barato para os países mais pobres.

Que direito o ditador venezuelano acha que tem em sugerir ao governo brasileiro o que fazer com o petróleo descoberto na bacia de Santos? Quem sugere as coisas por aqui somos NÓS que pagamos impostos.

Chávez que se exploda com a Venezuela.

Além do mais, ao contrário do que acontece naquele paisinho infeliz, o erário não pertence ao presidente. Lula não é, nunca foi e nunca será magnata do petróleo. O sapo barbudo está apenas à frente da organização criminosa que comanda o nosso país. E, felizmente, por essas bandas de cá isso é TEMPORÁRIO.

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CPMF e mensalão

Em todo o tempo de governo petista, jamais se viu uma peleja tão grande quanto o esforço para aprovar a maldita CPMF. Será que isso acontece agora porque o esquema do mensalão ficou enfraquecido depois que veio à tona? Algo me diz que nos tempos áureos do mercantilismo parlamentar, mais especificamente no período pré-escândalo do mensalão, a aprovação da prorrogação do imposto do cheque passaria sem ser notado.
You get what you pay for.
Literalmente.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Revolta na Venezuela



Protesto contra mudanças constitucionais impostas por Hugo Chávez



Ainda vemos os ditos "socialistas" defendendo a atuação do governo Venezuelano.
Quando a "revolução" adorada pelos esquerdistas brasileiros azeda, vira ditadura, a esquerda se cala.

Ditadura de esquerda pode, afinal, segundo os especialistas no marxismo, a ditadura do proletariado é um passo a caminho de suas utopias. Afinal, segundo a lógica marxista, é preciso prender para depois soltar, oprimir para depois libertar. O povo, rebanho anencéfalo, precisa ser guiado pela mão por aquele que sabe o caminho e só tem boas intenções.

Hugo Chávez é sim um ditador e suas ações visam a perpetuação do seu regime FASCISTA disfarçado de revolução socialista. Quem defende tanto o caudilho que vá passar uma temporada sem previsão de volta na pátria que o pariu.

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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Lógica petista

"Racionar gás pra não precisar racionar gás."

A gente é que se dane.
sábado, 20 de outubro de 2007

Have some music for a change: Ella Fitzgerald - Samba de uma nota só

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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

O "bispo" e o ódio

Amanhã é o lançamento da biografia do "bispo" Edir Macedo, o líder da seita Igreja Universal do Reino de Deus, e dono da Record e Record News, famoso por seus métodos pouco ortodoxos de extrair dinheiro dos seus seguidores.
No livro, dentre outras coisas, o empresário da fé fala sobre o ódio pela Rede Globo. Isso mesmo, ódio. O "bispo" que cultiva o ódio no coração tem uma nova missão: derrubar a maior rede de televisão do país. Segundo o auto intitulado bispo, a turma do plim-plim o tratou de maneira injusta ao veicular no início do anos 90 vídeos feitos pelos seus próprios companheiros "obreiros", onde Edir Macedo ensinava de maneira esdrúxula técnicas para extrair o máximo de dinheiro possível dos seus fiéis. A partir desse episódio, o "bispo" passou a nutrir um ódio sem tamanho pela emissora que mostrou ao Brasil o que ele era, em suas próprias palavras e ações.

Clique aí embaixo para ver o vídeo.

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domingo, 16 de setembro de 2007

A lista infame

Confira como votaram os senadores no caso Renan Calheiros, segundo o site Terra:

Votaram pela Cassação:

Adelmir Santana (Democratas-DF)
Alvaro Dias (PSDB-PR)
Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Augusto Botelho (PT-RR)
César Borges (Democratas-BA)
Cícero Lucena (PSDB-PB)
Cristovam Buarque (PDT-DF)
Demóstenes Torres (Democratas-GO)
Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Efraim Morais (Democratas-PB)
Eliseu Resende (Democratas-MG)
Flávio Arns (PT-PR)
Flexa Ribeiro (PSDB - PA)
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
Gerson Camata (PMDB-ES)
Heráclito Fortes (Democratas-PI)
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE)
Jayme Campos (Democratas-MT)
Jonas Pinheiro (Democratas-MT)
José Agripino (Democratas-RN)
José Nery (Psol-PA)
Kátia Abreu (Democratas-TO)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Mão Santa (PMDB-PI)
Marco Maciel (Democratas-PE)
Mário Couto (PSDB-PA)
Marisa Serrano (PSDB-MS)
Osmar Dias (PDT-PR)
Papaléo Paes (PSDB-AP)
Patrícia Saboya (PSB-CE)
Paulo Paim (PT-RS)
Pedro Simon (PMDB-RS)
Raimundo Colombo (Democratas-SC)
Renato Casagrande (PSB-ES)
Romeu Tuma (Democratas-SP)
Rosalba Ciarlini (Democratas-RN)
Sérgio Guerra (PSDB-PE)
Sérgio Zambiasi (PTB-RS)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)



Votaram pela Absolvição:

Almeida Lima (PMDB-SE)
Epitácio Cafeteira (PTB-MA)
Euclydes Mello (PTB-AL)
Francisco Dornelles (PP-RJ)
Gilvam Borges (PMDB-AP)
Gim Argello (PTB-DF)
João Tenório (PSDB-AL)
José Maranhão (PMDB-PB)
Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG)



Abstenção

Aloizio Mercadante (PT-SP)
Renan Calheiros (PMDB-AL)



Não abriram o voto

Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)
Delcidio Amaral (PT-MS)
Edison Lobão (Democratas-MA)
Fátima Cleide (PT-RO)
Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC)
Ideli Salvatti (PT-SC)
Inácio Arruda (PCdoB-CE)
João Durval (PDT-BA)
João Pedro (PT-AM)
João Ribeiro (PR-TO)
João Vicente Claudino (PTB-PI)
José Sarney (PMDB-AP)
Leomar Quintanilha (PMDB-TO)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Maria do Carmo Alves (Democratas-SE)
Neuto De Conto (PMDB-SC)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Roseana Sarney (PMDB-MA)
Sibá Machado (PT-AC)
Tião Viana (PT-AC)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Valter Pereira (PMDB-MS)



Não foram encontrados:

Antonio Carlos Júnior (Democratas-BA)
Expedito Júnior (PR-RO)
Jefferson Peres (PDT-AM)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Paulo Duque (PMDB-RJ)
Serys Slhessarenko (PT-MT)
sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Duh...

Cheguei à conclusão que aqui no Brasil, nascemos pra ser otários mesmo. Vamos ter que engolir a absolvição de Renan Calheiros e de sobremesa a prorrogação da CPMF.
domingo, 2 de setembro de 2007

Notícias que veremos em breve



Heloísa Helena perdeu os dentes numa conspiração forjada pela Dona Zelite e a Dona Mídia. A presidenciável não perdeu tempo. Percebendo a simpatia do público por presidentes mutilados, lançou-se como a nova defensora dos desdentados.

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sábado, 18 de agosto de 2007

Vale a pena assistir

domingo, 5 de agosto de 2007

Dura lex sed lex



Por que se sonega tanto neste país?

A resposta para esta pergunta é simples: porque a cobrança de impostos é absurdamente abusiva. Soma-se a isto a ausência de contrapartida do governo; a sociedade não vê o dinheiro dos impostos aplicados como deveria e não se sente motivada a entregar parte dos seus rendimentos que fatidicamente acabará nos bolsos de algum corrupto em Brasília.

Até aí, nenhuma novidade. O que choca mesmo é ver no noticiário que o presidente do senado sonega impostos, esconde seus rendimentos e o seu patrimônio.

Volto a perguntar: por que ele faz isso?

De novo, a resposta é simples: porque ele não sente que deve entregar uma gorda fatia dos seus bens para o governo. Na melhor das hipóteses, porque ele não vê a tal contrapartida na utilização do dinheiro público.
Talvez, se Renan Calheiros visse benefícios em pagar impostos como deveria, não emitiria notas frias, não usaria laranjas, não esconderia do leão o quanto vale as suas vacas num dia de chuva. Talvez, se Renan visse benefícios em pagar os impostos altíssimos que a maioria de nós paga, sem a opção de sonegar, andaria em dia com o fisco e se sentiria honrado em contribuir para o bem geral.

Mas a verdade, caros leitores, é que Renan Calheiros não vê esses benefícios. Assim como nós não vemos. A diferença, é que ele é um senador – um presidente do senado, um homem do legislativo, uma peça chave na elaboração de leis que regem as mais diversas situações do dia-a-dia do nosso país, inclusive no que diz respeito à cobrança de impostos.

Agora entra a parte difícil de entender. Por que um senador, que não sente justa a cobrança de impostos sobre os seus bens e por isso sonega, não se mobiliza junto de seus pares, para reverem a carga de impostos que pesa sobre os seus ombros como cidadãos e sobre os ombros do restante dos contribuintes? Por que não se mobiliza junto de seus colegas senadores e deputados para reverem a aplicação do dinheiro público? Não estaria assim unindo o útil ao agradável? Não teria, no final do dia, cumprido com o seu papel de legislador além de se beneficiar como cidadão?

Mas, não. Os congressistas, com os seus poderes de mudar a lei, não discutem a tão necessária reforma tributária e a coisa continua como está. O cidadão continua onerado com uma das mais pesadas cargas tributárias do mundo, e o deputado com poderes de mudar a leis, prefere sonegar. Os congressistas são responsáveis por manter leis que eles mesmo não seguem, pois sabem que são absurdas. São dois pesos e duas medidas. Nós pagamos pelo que eles não acham justo pagar. E assim caminha o nosso legislativo, assim mesmo com letra minúscula.

Dura lex sed lex, para nós.

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sábado, 4 de agosto de 2007

E finalmente, o ovo.

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sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Enquanto isso no senado...




Um recado de Renan Calheiros ao povo brasileiro.

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quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Have some music for a change: Coldplay - Talk

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quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Da série: Notícias que veremos muito em breve.





O ex-ministro do STJ, Paulo Medina, descoberto vendendo habeas corpus para a máfia dos caça-níqueis, depois de condenado à aposentadoria compulsória com rendimentos integrais no montante de R$ 23 mil, cumpre a sua dolorosa pena numa ilha do Caribe.

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A palavra do dia é: Golpismo




Qualquer manifestação recente de repúdio ao governo Lula é rapidamente taxado de golpista. A rede Globo é golpista, o Reinaldo Azevedo é golpista, o maracanã vaiando o lula é golpista, o câmera que pegou o Marco Aurélio jubilando com o puxa-saco em poses obscenas é golpista. Quem não recebe bolsa família é golpista.

Democrático mesmo é só quem apóia o governo, pois como disse o Lula, o contrário do governo dele seria muito pior. Mas o que é exatamente o contrário do governo dele? E quem disse que queremos o contrário do governo dele? A questão aqui não é geometria aplicada. É bom senso. Não se fala em depor presidente nenhum, não se fala em volta da ditadura.

Fala-se em punição para corruptos, eficiência na gestão pública, respeito aos contribuintes.

Essa conversa de golpismo, em sua versão atual, começou com o Hugo Chavez, e foi pretexto para a corrida de caça às bruxas, que fecha televisão, ataca pensadores independentes e prega o culto cego ao grande líder dos grandes alaridos populistas. Caiu como uma luva para os urubus do PT. Serve para desqualificar qualquer manifestação de repúdio a esse governo de ladrões e oportunistas.

Até hoje não nos foi revelado quem é o grande mentor do tal golpe que a oposição tanto planeja. Os grandes políticos do PSDB? Quem nos dera um partido político capaz de peitar a máfia do PT! O PSDB já se mostrou fraco e preguiçoso. É oposição de conveniência.
A rede Globo, talvez? Que interesse teria a assustadora "Grande Mídia" em depor alguém a essa altura do campeonato? Sabemos que a emissora já se acomodou no cenário político, afinal de contas, o dinheiro dos anunciantes entra, esteja quem estiver no trono da república.

O fato é que a "elite misteriosa" que quer tanto o fim desse descalabro em Brasília
está começando a incomodar a "elite de facto" que nos assalta os bolsos e a dignidade.

Golpismo é o que pratica essa corja imunda do PT. Estes sim praticam o verdadeiro golpismo contra a inteligência da população brasileira.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Ingmar Bergman 1918-2007

Hoje o mundo ficou um pouco mais medíocre.

domingo, 29 de julho de 2007

Cada um tem o presidente que merece

Numa recente visita a Cuba, o presidente russo Vladimir Putin percebeu que todos os cubanos usavam sapatos velhos e furados. Ele perguntou a Fidel como era possível, depois de 46 anos de socialismo, os cubanos não terem bons sapatos para calçar. Fidel perguntou a Putin:
-E na Rússia não é assim?
Putin respondeu que não, e que se Fidel quisesse, poderia ir com ele até Moscou, e se lá encontrasse alguém calçado com sapatos velhos, tinha permissão para atirar para matar.
Fidel e Putin partiram para Moscou no avião russo. Ao chegarem, logo que Fidel sai do avião vê um homem calçando sapatos furados. O ditador cubano saca a arma e atira no homem.
No dia seguinte, todos os jornais russos publicaram a notícia:
LOUCO BARBUDO MATA EMBAIXADOR CUBANO NO AEROPORTO


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sábado, 28 de julho de 2007

Web 2.0

Um dos melhores vídeos sobre web 2.0 que já encontrei. Vale a pena assistir.

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sexta-feira, 27 de julho de 2007

O pepino de uns é a alegria de outros




O presidente da INFRAERO disse ter muita experiência com pepinos. Não seria ótimo se o infeliz passasse toda essa experiência aos seus companheiros do governo?
terça-feira, 24 de julho de 2007

Um breve resumo dos absurdos da semana




Avião da TAM explode e mata mais de 200.
Assessor do presidente faz gesto obsceno em meio à comoção e dor dos familiares das vítimas.
Diretores da Associação Nacional da Aviação Civil são condecorados pela Aeronáutica.
Ministro da Defesa Waldir Pires continua no cargo.
Renan Calheiros continua presidente do senado.
Evo Morales culpa Brasil pela suposta escassez de alimentos na Bolívia.
terça-feira, 17 de julho de 2007

Consuma com moderação

Bom, pessoal, consegui chegar num tal nível de saturação com o estado das coisas, que simplesmente não tive mais ânimo para postar mais nada neste blog. A novela Renan Calheiros não mostra sinais de estar perto do fim e as patetices do nosso líder estão cada dia mais repetitivas. Acho que acabei vítima de uma leve intoxicação midiática, resultante da exposição exaustiva a conteúdos de caráter parlamentar.

Pra piorar um pouco as coisas, não sou lá um grande fã de jogos olímpicos. Pra mim, o melhor momento desde a abertura dos jogos ainda foi a vaia quase unânime que abalou a autoconfiança do barbudo. Mas como diria o meu vizinho irlandês, “good things come for those who wait”. Ou não, como diria Caetano. We´ll see. Vou encarar a situação com naturalidade, deixando que a indignação diária tome o seu curso. E quando o assunto é indignação, não há dúvida, o Brasil oferece um cardápio variado. É só consumir com moderação.
sexta-feira, 13 de julho de 2007

Notícias que gostaríamos de ver:

"Renan é removido do senado à força"




Foi removido hoje do senado o ex-presidente da casa, senador Renan Calheiros, depois de algumas semanas apresentando sintomas agudos de falta de decoro e bom senso, seguidos de paranóia esquizofrênica irreversível e ilusões de grandeza. A polícia de choque foi chamada. Ao ser questionado sobre a sua condição, o ex-parlamentar disse apenas:

-Não há crise. Eu sou normal e estou tranquilo, absolutamente tranquilo.

O país aplaude.

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quarta-feira, 11 de julho de 2007

Cada um tem o herói que merece

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Da série: Filmes que não gostaríamos de ver

terça-feira, 10 de julho de 2007

Coitadinhos



Depois da decisão do TRE do Rio de banir o casal angelical Rosinha e Garotinho da política brasileira por três anos, os dois querubins andam reclamando de perseguição.

É mole?

Daqui a pouco o comando vermelho vai começar a reclamar também.
segunda-feira, 9 de julho de 2007

Da série: Filmes que não gostaríamos de ver

domingo, 8 de julho de 2007

Da série: Filmes que não gostaríamos de ver